sexta-feira, 7 de março de 2008
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Como tudo começou...
A VERDADEIRA HISTÓRIA DO DRAGOBERTO
Era uma vez um dragãozinho, que vivia entre os guardados de um artista amador. Um dia, alguém, que gostava muito de escrever histórias, falou a este artista: - “Preciso de um dragãozinho para ilustrar um conto infantil”.
O artista amador, que por coincidência se chama Igor, respondeu: “Eu já tenho este Dragão, espere que eu vou procurar.”
Em poucos minutos, ele apareceu com seu Dragãozinho, que logo ganhou o coração da escritora, que também é amadora e, por outra coincidência, se chama Fátima.
Em algumas semanas, o Dragãozinho ganhou nome – Dragoberto – e foi morar dentro das páginas de um livrinho.
No começo, ele adorou ter nome e moradia própria e poder passear pelas páginas do livreto, fazer amigos e ter uma história, mas, com o tempo, aquilo não bastou para ele; queria ser livre, conhecer o mundo, viajar e velejar nos barquinhos (modelos náuticos) construídos pelo seu criador, desenvolver suas asinhas atrofiadas pelo desuso, voar e, quem sabe até, levar o “velho” Senhor do Píer na garupa.
Foi assim que, num belo dia, Fátima abriu seu livro e levou um susto! Cadê o Dragoberto?! Ele havia sumido! Procurou pela casa toda e nada! Ligou para o Igor e ele não sabia o que tinha acontecido.
Fátima chorou muito de saudade do Dragoberto, mas num outro belo dia, ela e Igor receberam um e-mail onde ele relatava suas aventuras pelo mundo em busca de suas origens e de seus parentes.
Desta vez, Fátima chorou de alegria e enviou este recado ao Dragãozinho fujão:
“Querido Dragoberto, você nasceu para ser livre e feliz; aproveite! Beijos da Tia Fátima”.
Essas novas aventuras você pode acompanhar neste site!
Com carinho,
Fátima Karamm Vicente
Era uma vez um dragãozinho, que vivia entre os guardados de um artista amador. Um dia, alguém, que gostava muito de escrever histórias, falou a este artista: - “Preciso de um dragãozinho para ilustrar um conto infantil”.
O artista amador, que por coincidência se chama Igor, respondeu: “Eu já tenho este Dragão, espere que eu vou procurar.”
Em poucos minutos, ele apareceu com seu Dragãozinho, que logo ganhou o coração da escritora, que também é amadora e, por outra coincidência, se chama Fátima.
Em algumas semanas, o Dragãozinho ganhou nome – Dragoberto – e foi morar dentro das páginas de um livrinho.
No começo, ele adorou ter nome e moradia própria e poder passear pelas páginas do livreto, fazer amigos e ter uma história, mas, com o tempo, aquilo não bastou para ele; queria ser livre, conhecer o mundo, viajar e velejar nos barquinhos (modelos náuticos) construídos pelo seu criador, desenvolver suas asinhas atrofiadas pelo desuso, voar e, quem sabe até, levar o “velho” Senhor do Píer na garupa.
Foi assim que, num belo dia, Fátima abriu seu livro e levou um susto! Cadê o Dragoberto?! Ele havia sumido! Procurou pela casa toda e nada! Ligou para o Igor e ele não sabia o que tinha acontecido.
Fátima chorou muito de saudade do Dragoberto, mas num outro belo dia, ela e Igor receberam um e-mail onde ele relatava suas aventuras pelo mundo em busca de suas origens e de seus parentes.
Desta vez, Fátima chorou de alegria e enviou este recado ao Dragãozinho fujão:
“Querido Dragoberto, você nasceu para ser livre e feliz; aproveite! Beijos da Tia Fátima”.
Essas novas aventuras você pode acompanhar neste site!
Com carinho,
Fátima Karamm Vicente
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Dragoberto
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